Os erros mais comuns na precificação em farmácias

Closeup of accountant counting on calculator and working with table

São três os principais fatores que norteiam a decisão de compra na farmácia: pessoas (atendimento diferenciado, humanizado, rentável e padrão), produtos (mix assertivo, logística adequada) e preços. Hoje, a precificação correta é um dos maiores desafios do varejo farmacêutico, em especial dos independentes.

Antes de tudo, é preciso lembrarmos que faturamento não garante rentabilidade. Sendo assim, é uma armadilha clássica baixar os preços de forma desordenada, gerando uma verdadeira “corrida maluca” por tráfego de clientes e por uma venda sem nenhuma estratégia.

Uma política de precificação inteligente passa, obrigatoriamente, pelo monitoramento da concorrência. Saber ao que o cliente está sendo submetido permite ações mais eficazes para não só atrair a atenção desse consumidor, mas principalmente para gerar lucro.

Além de conhecer o mercado, é importante entender os hábitos de compra dos habitantes do entorno da loja. Faixa etária, poder aquisitivo, gênero, se é área residencial ou comercial são alguns fatores que ajudam a manter a política de precificação atualizada, de acordo com as necessidades e desejos de consumo de quem visita a farmácia.

Por fim, porém não menos importante, é necessário saber identificar, dentro de cada categoria, os produtos que geram tráfego (precificação agressiva) e aqueles geradores de lucro (compra por impulso ou indicação). Essa simples classificação pode ser o divisor de águas para que a sua farmácia alcance a rentabilidade que você deseja! Conte conosco para aprender as técnicas de uma precificação inteligente!

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